Seta_voltar.gif (2198 bytes) AKITA

Padrão FCI nº 255; 
Origem: Japão; 
Classificação FCI -   grupo 5 - Cães Spitz e Tipo Primitivo; 
                            Seção 5. - Spitz Asiáticos e Raças Assemelhadas; 
                            Utilização: guarda e companhia.

SUMÁRIO HISTÓRICO: originalmente Japonesa foram de porte pequeno para médio, não existindo o porte grande. Originários da região de Tohoku, como cão de caça de porte médio como Akita Matagi (cão de caça ao urso), por volta de 1630-1970 na clã dos Satake na região Akita, onde os criadores promoviam rinha de cães que eram incentivadas para o crescimento do moral dos Barões das terras locais, de acordo com reminiscências históricas.
Subseqüentemente a raça recebeu influência de uma raça que se julgava ser um Mastife de propriedade de um engenheiro de minas, alemão nas minas de cobre de Kosaka e com um cão de rinha, o tosa (acasalamento de porte médio do Shikoku Mastife com o Braco Alemão de Pêlo Curto, São Bernardo e Dogues Alemães etc.) antigamente conhecido pelas orelhas pontiagudas e cauda em anel, que eram as antigas origens do Akita, foi perdida. Em 1908 a rinha de cães foi proibida e a opinião pública tornou-se gradativamente favorável à preservação da raça entre os professores e pessoas esclarecidas. Em 1919, a lei da preservação de monumentos naturais foi promulgada e, como resultado do esforço dos cinófilos, a raça foi desenvolvida daí por diante, em 1931 nove excelentes cães tornaram-se imensamente populares.
No final da 2ª Guerra Mundial, em 1945, foram envidados esforços para eliminar a linhagem dos Mastifes e de outras raças estranhas aos poucos remanescentes Akitas, para definir o Akita puro, o que resultou na definição da cepa dos Akitas de grande porte conhecido nos dias de hoje.