Seta_voltar.gif (2198 bytes)DOGUE ARGENTINO

 

Padrão FCI nº 292 - 29 de janeiro de 1999.
Origem: Argentina
Nome de origem: Dogo Argentino
Utilização: 
guarda, defesa, caça a grandes animais e rinha.
Classificação FCI  - grupo 2 - Pinscher, Schnauzer, Molossos e Boiadeiros Suíços; 
seção 2. Molossos
2.1. - Tipo Dogue;
 
- Sem prova de trabalho.
* Atualizado em 03 de novembro de 2003

 

SUMÁRIO HISTÓRICO: originária da província de Córdoba, situada na região mediterrânea do território da República Argentina. Seu criador foi o Dr. Antonio Nores Martinez, membro de uma tradicional família desta província.
Em 1928, sua paixão por cães, talvez por legado familiar, levou-o a elaborar as bases e o padrão por uma nova raça, que ele chamou de DOGUE ARGENTINO. Seu trabalho partiu do cruzamento metódico entre várias raças puras com o "Velho Cão de Briga de Córdoba", um cão muito forte e vigoroso, mas com faltas físicas e genéticas. Esta raça era produto de uma mestiçagem entre mastifes, Buldogues e Bulterrieres, e era muito conhecida e apreciada nesta época entre os aficionados fanáticos por briga de cães, uma atividade muito popular entre todas as classes sociais.
Depois de um estudo de caráter e seleção, por várias gerações, consegue seu objetivo e forma a primeira "família". No começo foi considerado um cão de rinha, mas a paixão pela caça do Dr. Nores Martinez fez com que levasse o cão para uma de suas costumeiras caçadas, onde a nova raça demonstrou suas qualidades passando a ser a figura principal em todas as suas saídas. Esta metamorfose o levou, hoje, a ser um cão versátil em suas funções, demonstrando ser um nobre exemplar de companhia e um fiel e incorruptível protetor daqueles a quem ele ama.
Sua força, tenacidade, olfato e bravura fizeram dele um cão inigualável na caça de javalis, pecaris (porco-do-mato), pumas e outras espécies predadoras da agricultura e pecuária que habitavam as vastas e heterogêneas regiões do território argentino. Sua harmonia, equilíbrio de proporções e sua excelente musculatura, própria de um atleta, são características ideais para suportar longas travessias sob qualquer intempérie e depois, ainda sustentar um árduo combate com a presa perseguida.
Em 21 de maio de 1964, a raça foi reconhecida pela Federação Cinológica Argentina e pela Sociedade Rural Argentina, que abriram o "Registro Genealógico" iniciando sua inscrição.
Em 31 de Julho de 1973, a raça foi aceita pela Federação Cinológica Internacional como a primeira e única raça argentina, graças a grande paixão e inigualável trabalho do Dr. Augustin Nores Martinez, irmão e sucessor do seu criador.


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