Seta_voltar.gif (2198 bytes) KYI-LEO

Padrão FCI nº CBKC S/N;
Origem: EUA
Nome de origem: 
Kyi Leo
Utilização: 
pastoreio.
Classificação FCI  - grupo Especial - Não Reconhecio pela FCI - raça reconhecida somente nos EUA;
-

- Sem prova de trabalho.
* Atualizado em 29/04/2004

 

 

 

SUMÁRIO HISTÓRICO - nos anos 1950, na área nos arredores da baia de São Francisco alguns criadores fizeram experiências com o cruzamento de malteses com lhasa apsos. A razão pela qual isso começou não está registrada, mas o resultado foi um cão pequeno e adorável com cinolidade brilhante provocando a sucumbência das pessoas ao seu charme.

Uma senhora de São José criou numa linha de sangue esses cães peludos por muitos anos, desenvolvendo um tipo de acordo com seu gosto. Quando Harriet Linn adquiriu um desses peludos malteses/lhasa em 1965, mal sabia que ela estava começando uma perpetração do Irfetime. Depois de criar uma ninhada desse primeiro cão, ela descobriu que estava obcecada. A Senhora Linn era a força motora por trás do desenvolvimento dessa nova raça. Ela adquiriu outros exemplares, incluindo diversos do Canil São José quando este fechou as portas em 1969. Três anos mais tarde, suficiente interesse na raça uniu proprietários e criadores para uma reunião formal.

Eles decidiram pelo nome Kyi Leo para sua nova raça. Kyi é o termo tibetano para cão, dando crédito para o lhasa, e leo é o nome em latim para leão, creditando a contribuição do maltês.

Um clube foi fundado e adotado um padrão provisório. O clube da raça manteve registros detalhados de todos os Kyi Leos uma vez que a raça ainda não é reconhecida por qualquer clube oficialmente autorizado. Um boletim trimestral foi enviado a todos os proprietários e partes interessadas, e os responsáveis pelo grupo para um piquenique anual (A reunião dos apreciadores Kyi Leo) com o objetivo de trocar idéias sobre o assunto favorito.

O kyi leo herdou muitas das melhores características de ambos os seus ancestrais. Apesar de um cão de pequeno porte ele não é tão minúsculo e frágil quanto o maltês. Seu focinho é mais longo e não tem o prognatismo observado na maioria dos lhasas.

Ainda que sua pelagem seja longa, ela jamais alcança o comprimento excessivo que atinge o solo dos exemplares de exposição dos seus ancestrais. Embora outras cores são vistas e aceitas, o branco e preto malhado é a marca registrada da raça.


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